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Cinomose: o que é? Tratamento, causas e cura

Quando se fala em doenças nos cães, muitas pessoas não querem falar sobre o assunto. Mas independente do seu cão apresentar alguma doença, é importante ficar alerta sobre as mais comuns.

E hoje nós vamos falar sobre a cinomose. Você do que se trata essa doença? Qual o tratamento e quais as causas e cura? Continue lendo o texto para saber mais a respeito.

Cinomose: o que é?

A cinomose é uma doença causada pelo Vírus da Cinomose Canina (VCC), que pertence ao gênero Morbilivírus (o mesmo gênero causador do sarampo), considerado altamente contagioso. A cinomose é causada por um vírus  da família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus. Ele é capaz de sobreviver por muito tempo em ambiente seco e frio.

Infelizmente a doença  é contagiosa entre os cães, sendo causada por um vírus que sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, e menos de um mês em local quente e úmido. O cachorro pode pegar cinomose, ou seja, ser contaminado pelo vírus de diversas formas, entre elas, o contato com secreções, urina e fezes infectadas pelos animais doentes.

 Sintomas da Cinomose

  • Apatia
  • Perda de apetite
  • Diarreia
  • Vômito
  • Febre
  • Secreções oculares (remela em grande quantidade)
  • Secreções nasais (pus)
  • Convulsões
  • Paralisias
  • Depressão
  • Tiques nervosos

Tratamento Cinomose

No entanto, o tratamento consiste em tratar os sintomas causados nos diferentes sistemas acometidos. Por isso, é importante levar para o médico para ele diagnosticar e então saber como proceder. Normalmente, um tratamento com Ribavirina, mais DMSO e cm Vitamina A tem sido relatado como muito eficaz. Mas isso varia de cada caso.

Vale ressaltar então que cada fase da doença é tratada de uma maneira e sempre, de acordo com as condições físicas e com o histórico do animal. Vitaminas, antibióticos, anticorpos prontos entre outros medicamentos poderão ser administrados.

Medicamentos amplamente recomendados para a cinomose:

  • Antibióticos, que combatem doenças oportunistas como pneumonia;
  • Eletrólitos, para hidratar o animal;
  • Vitaminas do complexo B, que fortalecem o sistema nervoso;
  • Suplementos alimentares, que fortalecem o sistema imunológico e ajudam o organismo a reagir;
  • Anticonvulsivantes, como o Gardenal, caso o animal apresente convulsões.

 Se você começar a desconfiar destes sintomas, corra para o médico veterinário. Quanto antes a cinomose for diagnosticada e o tratamento começar, maior a chance de ele viver. Nunca medique o seu animal em casa. Para tratar uma doença, é necessário saber qual é e, por isso, você precisa levar o bichinho ao médico dele que é o médico veterinário

Prevenção da cinomose

“A vacina é a única forma de prevenção da cinomose. Ela deve ser aplicada aos 45, 75 e 105 dias de vida; posteriormente, a imunização deve ser feita ano a ano.  Também não existem campanhas públicas e gratuitas de vacinação contra a cinomose; os tutores precisam recorrer a clínicas particulares. Em média, o custo da vacina é de R$ 60, um investimento considerado baixo”.

Dicas que podem ajudar

  • Higienize todo o ambiente onde ele vive com desinfetante;
  • Dê os remédios no horário correto, indicado pelo veterinário;
  • Pode complementar a nutrição com carne ou fígado bovino, conforme orientação do veterinário;
  • Manter os olhos e o nariz do animal sempre limpos, livres de secreções.

Ou seja, a cinomose tem cura e a recuperação está muito relacionada à resposta imunológica do organismo do cachorro. O ideal é investir na vacinação, para que os nossos pets possam manter a boa saúde. A vacina é a melhor arma que temos à disposição – e precisa ser renovada ano a ano.

Lembrando que por não ser uma zoonose, seu caráter infeccioso se restringe apenas aos cães, ou seja, a cinomose não afeta os gatos. Não precise ficar se preocupando com as sequelas após um tratamento. Pode ser que ocorra como tremores musculares, andar desordenado e/ou crises convulsivas.

O mais importante é saber que você procurou ajuda para salvar a vida de seu pet!

Referência

https://www.blog.agrocampogiordani.com.br

 

Sobre Angelica Weise

Jornalista freelancer. Mestranda na UFSM. Escreve sobre os mais diversos assuntos e ama seus pets.

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